Agosto, o mês do cachorro louco, finalmente chegou ao fim. YASSSS! E como o JESUS USAVA CHANEL praticamente não funcionou durante esse mês inteiro, preparamos essa edição do PRE:CAST justamente para comentar os acontecimentos da música pop, do cenário político brasileiro e do panorama global da saúde mais relevantes desse oitavo mês do extenso e tortuoso ano de 2020. Vamos falar um pouco sobre a colaboração do BLACKPINK com a Selena Gomez em “Ice Cream”, da última edição do VMA, que premiou a Lady Gaga com o TRICON Award, do álbum “Smile” da Katy Perry, das celebridades furadoras de quarentena, das celebridades envenenadoras de maridos e também da discografia do RBD, que está prestes a entrar nas plataformas de streaming… Ufa! Vem dar play:

Deixemos antigos amargores de lado, afinal a vida é doce e talvez também gelada e cremosa. Sim, a coluna RECAPEANDO está de volta do inferno para fazer uma produtiva análise de mais uma intelectualíssima e multifacetada obra visual do BLACKPINK, agora com a participação da cantora e chef de cozinha Solineuza Gomez – isso mesmo, estamos falando do single “ICE CREAM”!

O que fazer quando você, uma artista anteriormente querida pelo público, deixou a sua reputação mais suja do que pau de galinheiro depois de um álbum de qualidade duvidosa? Uma limpeza de imagem musical, é claro! E é por isso que o sétimo episódio do podcast do JESUS USAVA CHANEL se trata de um longo estudo sobre a construção visual de mocinha na indústria da música pop, com uma discussão sobre artistas que mudaram seus direcionamentos musicais para reconquistarem o público – tudo com um selo Rafa Kalimann de qualidade! [TRIGGER WARNING] O episódio traz rápidas menções sobre assuntos densos como assédio e abuso sexual, então não clique em play caso esses sejam temas sensíveis para você.

Com o Rainbow já caindo aos pedaços e o KARA prestes a se tornar um grupo de uma pessoa só (forças, Youngji), a DSP Media estava precisando de um novo girlgroup para continuar o seu legado de falcatruas e sonegação de impostos. Responsável vários hits no passado com suas empreitadas, não era possível que a empresa não conseguiria nada nessa nova geração, não é? Surge então em 2015 o APRIL, o novíssimo grupo da DSP com uma line-up de 6 meninas pirralhentas e inocentes.

A JESUS RANKEIA tirou uma semana sabática para limpeza de imagem, mas já está de volta para a alegria de quem curte acompanhar esse cantinho do amargor (que não era a intenção original da coluna, já que só queríamos abrir um inocente espacinho para comentar lançamentos… só que o tanto de coisa ruim que anda saindo em 2020 não nos dá outra opção além de criticar negativamente).