BAÚ DA KAHI #5: Se o papa fosse mulher, o Stellar seria um smash hit

O Baú da Kahi voltou para mais uma edição com seus novos vítima objetos de estudo. Dessa vez nosso profissionalissímo jornalismo investigativo traz de volta um dos ícones da cultura k-pop nugu do stan twitter: Stellar. As gatinhas que começaram mal e foram daí pra pior, mostraram para gente que se a Coreia gosta mesmo de putaria, então que viva a putaria, da forma mais Andressa Urach de ser. Em meio a tantas tragédias, o Stellar conseguiu shows em teatros minúsculos internacionais e nenhum smash hit, para ser sincero a nossa enquete do Baú da Kahi foi o único lugar em que elas venceram entre nomes como Miss A e 2ne1, provando que o nosso público tem um amor um tanto interessante por meninas sul-coreanas que sofreram mais que jesus cristo em busca de um mísero top 100 no Melon. 

O Stellar originalmente era um grupo de 6 meninas, que se tornou de 5 meninas e voltou a ser de 4 meninas ao longo de sua carreira. Sem muitos grandes feitos, além dos lançamentos “Vibratto” que é basicamente a versão coreana audiovisual do livro “The Vagina Monologues”, e também “Marionette”, o grupo seguiu uma carreira bem triste de explorações e sexualizações. Alguns dizem que o grupo não queria estar naquela situação, afinal, obviamente ficar se mostrando em frente a câmera para um bando de velhote punheteiro deve ser completamente insuportável de se fazer, mas a outra parcela de fãs ainda diz que as meninas acharam um refúgio no “conceito sexy”. Basicamente o Stellar viveu a fantasia Andressa Urach meets As Apetitosas meets Bonecas Gostosas melhor do que qualquer outro grupo, pois quando faziam músicas bobinhas, ninguém dava a mínima para elas, mas quando elas começaram a tacar leite de vaca entre os peitos, elas saíram em vários sites sul-coreanos. Ou seja, a carreira não rendeu o hit mas rendeu notinhas na ego.com.

Em 2010, na terceira geração das novas girlbands, Eric Mun, ex-integrante da boyband de sucesso da Coreia do Sul – e ocasionalmente velhotes da praça mais perto da sua casa – Shinhwa, decidiu que estava na hora de expandir seus aprendizados enquanto k-idol para produzir um girlgroup. Originalmente o grupo deveria ter 6 integrantes – número amaldiçoado no k-pop visto que pouquíssimos grupos fazem sucesso com 6 pessoas -, mas a Top Class, gravadora do grupo, cancelou esses planos e conseguiu um contrato com uma gatinha chamada Kim Gayoung, atriz que era conhecida pela sua aparição no reality “1 Night, 2 Days” e por estar no cast da série “Poseidon” que mais tarde foi cancelada por um breve embate entre Coreia do Norte e Sul. Tudo já começa a dar errado aí né, pois a ideia era chamar atenção do público com uma atriz “famosa” na line-up. Felizmente, a nossa Sol do Recanto ainda conseguiu um papel em 2011, com o drama “Spy Myung-wol”, ao lado do velhote responsável pelo grupo, a única coisa que deu certo pro Stellar.

Essa performance deixaria a QT com inveja

A line-up final para o grupo estava formada, e como k-pop vive de uma boa reciclagem, as integrantes da dupla HONEY DEW (conhecem? nem eu kkkkkkkkkkk mas o clipe delas rendeu uma quentinha pra Nana do After School que fez ponta nele) estariam presente no grupo até porque ninguém nunca ouviu falar delas então não seria problema fingir que elas são novatas. A primeira formação do STELLAR foi: Gayoung, Jeonyul e a dupla HONEY DEW (Lee-seul e JoA). Eu estaria mentindo se eu dissesse que alguém estava esperando pelo debut delas, mas o grupo lançou “Rocket Girl” e eu acredito que elas preferiram que ninguém notasse mesmo. A faixa é um popzinho up-beat que estava muito à frente do seu tempo, e o clipe era mais uma maneira de inserir a temática sci-fi no k-pop, com arminhas de plástico e efeitos cgi duvidáveis, o que inclusive fez com que o clipe fosse banido da KBS por poder causar ataques epiléticos. Mas o conceito inicial do grupo seria apresentar meninas “fora desse mundo” de tão talentosas, e músicas futurísticas. Os synths de “Rocket Girl” ao lado do auto-tune até fazem esse trabalho, mas a música ficava irritante com cada ouvida, e o clipe nada mais era que uma tentativa de reinserir o velhote do Eric Mun na indústria visto que ele faz um rap aleatório no final e ainda aparece no clipe – sério, a narrativa do clipe era as meninas indo salvar o aguinaldo silva da coreia como se alguém quisesse/sentisse falta da presença dele.

As santinhas da Coreia.

No debut o grupo não conseguiu nem entrar no top 100, muito menos fazer uma marca de 50 mil downloads das suas músicas. Com esse fracasso as gatinhas do HONEY DEW já aproveitaram para desativar por muitos anos (elas se aposentaram basicamente), e foram substituídas por MinHee e Hyoeun. “Ah mas tia Kahi não é ruim trocar de integrantes logo de cara?” Em situações normais? Sim, com o Stellar? Ninguém nem conseguiu gravar o nome das meninas, visto que ninguém prestou atenção no grupo. Em Março de 2012, elas voltaram com mais um single chamado “UFO”, que é um bop delicioso onde elas davam indícios de já quererem soltar as quengas interior. Dava pra ver que o budget do grupo foi reduzido drasticamente, e o Eric chamou outra cacura do seu ex-grupo para garantir pelo menos uma notinha na Naver. Quando você para pra pensar, é um pouco nojento um velho babão fazer um androide que seria um par romântico com uma delas, mas enfim. Não surtiu muito efeito e o grupo colecionou OUTRO flop. 

Demorou mais de um ano para que o STELLAR fizesse outro comeback depois de “UFO”, o que fala muito sobre o que esse pessoal que lida com rookies do k-pop tem na cabeça. Zero atividades promocionais, zero reality shows, zero álbuns lançados e ainda esperam um retorno gigantesco desses investimentos doidos que eles fazem sem estudo prévio. ENFIM, em Julho de 2013 (olha quanto tempo), as garotas lançaram uma música bem bobinha chamada “Study” que fugia um pouco do conceito “músicas sci-fi” que a Top Class mesmo colocou pra elas. A música que era para ser um incentivo aos estudos nas provas finais do ensino médio sul-coreano (basicamente o que seria a Manu Gavassi lançando seu smash “ENEM” sem o consentimento do governo), acabou “dando certo”. Até então o grupo nunca tinha sonhado com um top 100 no Melon, ou em outros charts, mas elas conseguiram galera! Nossas aprendizes da Sra. Urach entraram na posição #90, mas a que custo? O número de downloads tinha sido menor que de seus singles anteriores.

Sem hits, sem atenção do público e agora com a saída de Eric Mun que simplesmente desistiu, o grupo Stellar estava a beira do desemprego, à um passo de entrar na fila do aplicativo CaixaTem em busca do auxílio emergencial. O movimento Andressa Urach de personalidade realmente aconteceu de modo invertido com o STELLAR. O grupo fazia uma linha mais santinha, mais comportadinhas, apenas meninas com um som futurista, e depois foram vender a alma pro diabo e cantar sobre orgasmos nas entrelinhas. Se tivemos a notinha “Convertida, Andressa fala sobre seu passado”, na Coreia do Sul teríamos a nota “DESconvertidas, Stellar falam sobre seu passado”, porque a mudança foi completamente boca de confusão. Afinal, com todo flop colossal do grupo, elas não tinham mais nada a perder, e estavam prontas para mostrar as outras garotas como elas deveriam fazer um conceito sexy. 

Se a Coreia gosta de putaria, então viva a putaria. Agora sob outra agência, e vários grupos indo para a rota do “meu primeiro conceito sexy”, as meninas do Stellar embarcaram nessa tendência como uma última chance para suas carreiras. Naquele momento elas não tinham dinheiro nem para um transporte privado para levá-las de um programa ao outro, a situação delas era BEM difícil, não tinham dormitório, e por vezes tinham que dividir a porção para 1 entre elas nos restaurantes, ou seja, as gatinhas viviam na beira da miséria, tudo isso pelo sonho de um smash hit viral. Em fevereiro de 2014, as fotos teaser para o single “Marionette” começaram a ser espalhadas pela internet. Além de provocativas, as fotos ainda eram interativas, quanto mais você clicava nelas no site oficial, mais elas se revelavam. E no dia 12, finalmente lançaram a música e o clipe +19 no youtube. A Coreia do Sul ficou completamente furiosa com a ousadia das gatas. Gayoung, Minhee, Jeonyul e Hyoeun estavam dispostas a continuar seus sonhos de serem idols e “Marionette” mostrava isso claramente. 

O terror da Coreia do Sul, o terror das conservadoras, o terror das Armys.

A música é provavelmente uma das melhores do grupo, um dance pop lento, com um refrão cheio de explosões instrumentais que te pega instantaneamente por conta de sua aura “lamentadora”, onde as meninas do Stellar cantam sobre se sentirem como bonecas de marionete por conta de um relacionamento que te prende nas mãos do seu parceiro. Internautas xingaram horrores o grupo, elas eram notícia em todo site da Coreia, seu clipe arranjou milhões de visualizações logo no começo, e o “viral” do Stellar estava feito. “Marionette” (produzido por Sweetune) se tornou o maior sucesso do grupo, com quase 200 mil de vendas do single, e o seu primeiro EP do mesmo nome conseguiu um top 20 na Gaon. E o conceito nem é tão sexy assim, em uma entrevista as próprias disseram que estavam satisfeitas porque desse jeito as pessoas prestavam atenção nelas. Então se os conservadores da Coreia do Sul estavam tristes, EU estava feliz. “Marionette” proporcionou várias coisas pro grupo como um dormitório, saldo na conta bancária e ligações de marcas diferentes/fãs, apreciadores. Então para ser sincero, o conceito bailarinas do sexo deu muito certo.  O conceito sexy tirou a barriga das meninas da fome, elas conseguiram reconhecimento e quando foram xingadas por vários coreanos, sua fã base internacional começou a crescer cada vez mais. O Stellar estava na boca do povo, todos odiavam e MUITOS amavam. É inegável que “Marionette” é basicamente uma das melhores músicas do k-pop, seu impacto viverá para sempre como a melhor dos conceitos sexy da década passada.

A thumbnail já no peitão da gata.

Depois disso o grupo lançou outro single na mesma sonoridade de “Marionette”. “Mask” tinha a mesma atmosfera lamentável, com letras que expressam o por quê da Andressa Urach ter voltado ao mundo da prostituição. Porém, o clipe não tinha nada realmente chocante, o que deve ter deixado a Coreia do Sul levemente desapontada, visto que eles preferem mesmo uma polêmica. O resultado de serem “menos sexy” – digo isso com muitas aspas visto que o clipe é todo trabalhado no homoerotismo, uma coisa meio girlgroups japoneses -, não rendeu muito, afinal de contas o grupo ficou fora do top 100, mas conseguiu crescer sua fã base internacional – que não ajuda de muita coisa visto que não compram álbuns. Óbvio que depois de tanta polêmica o que você tem que fazer como uma boa subcelebridade sul-coreana? Tem que limpar a imagem lançando uma era jazz. “Fool” veio em 2015, tentando limpar a barra das meninas que já estavam sendo odiadas de todas as maneiras no país. A música que coincidentemente – ou não – era um pop com influências jazz, também contava com um clipe onde o nosso cover grupo oficial de As Apetitosas liam os comentários horrorosos que faziam delas, era como se elas estivessem respondendo aos #haters. Além disso, as meninas não gostavam da música e disseram à agência que ela não deveria ser o single novo, mas eles não ouviram…e quando perceberam que tudo deu errado ainda fizeram as meninas usarem roupas provocativas como se isso fosse salvar a faixa.

A agência de Eric Mun não estava mais na jogada, elas saíram de lá e foram para a The Entertainment Pascal, onde elas continuariam como o grupo Stellar. Nessa nova gravadora, você pensaria que muitas coisas diferentes aconteceriam, mas ao perceberem que ninguém queria saber do Stellar como grupo – ou como sei lá criadoras de música – a TEP, vou chamar assim porque o nome é muito grande e horrível, resolveu que gostariam de fazer com que o grupo chamasse atenção outra vez. Óbvio que as meninas já não estavam confortáveis dessa instabilidade enquanto k-idols, o grupo já estava no seu quinto ano e nada de bom acontecia de fato. 

Se o papa fosse mulher, Vibrato seria smash hit.

Mais uma vez o Stellar soltou a Andressa Urach interior para que pudessem criar um novo conceito para o grupo. E fizeram. “Vibrato” veio a ser lançada no mesmo ano de “Fool”, o que foi um giro de 180 graus na carreira das meninas mais uma vez. Parecia que o Stellar que parecia até uma pornô tinha voltado finalmente. E “Vibrato” é realmente um pop funky com influências da música disco, synths e uma mistura entre instrumentos acústicos e eletrônicos que fazem a faixa expandir seu território “retro” – uma trend recorrente na Coreia. A música foi produzida pelo Monotree e é basicamente uma viagem até o seu orgasmo final – que é simulado basicamente pela bridge no final da música. A letra não chega a ser tão provocativa, elas dizem sobre aquele momento do flerte que você fica fixado em uma pessoa só. Enquanto isso, o clipe foi dirigido pelo DIGIPEDI – oi Loona – e é basicamente o melhor do Stellar, cheio de figuras que remetem à vaginas se abrindo e outras coisas mais, com cenários em cor vermelha e as meninas tendo que dançar de calcinha. Elas basicamente serviram uma revolução sexual na Coreia do Sul, e mostraram para todas as outras o que era um conceito sexy. Serviram basicamente um audiovisual do livro “Monólogos da Vagina” e inspiraram a Valesca Popozuda a escrever a faixa “My Pussy é o Poder”. Mais uma vez elas deixavam a Coreia do Sul a ponto de ter um AVC, cheio de velhotes conservadores putos e empresas de TV ainda mais nervosos. A KBS baniu o clipe de ser passado na TV – mesmo que ele já fosse para audiências maiores que 19 anos – e a música também teve que ser mudada, o que não passa de uma hipocrisia total. E isso tudo fez elas voltarem ao top 100. 

Mas como nem tudo são flores, as meninas disseram que foram obrigadas a fazer esse tipo de música, e elas “aceitaram” porque viram que a Coreia do Sul realmente não dava muita atenção para elas quando não tinham um conceito sexy envolvido. A esperança das meninas era um top 20, mas infelizmente isso não aconteceu. A agência delas havia obrigado-as a usar essas calcinhas durante as cenas de dança mesmo que elas não tenham querido exatamente isso, então toda essa backstory deixa uma mancha no que é o melhor lançamento do grupo. E se fosse pelo menos depois de “Marionette” teria rendido mais do que um ano depois do single, porque todos esqueceram que o Stellar existia e a gravadora não conseguiu fazer nada por elas, porcos inúteis. 

Sem dinheiro nem para financiar o próximo comeback das meninas, a TEP abriu uma vaquinha online para que as meninas pudessem brincar mais uma vez de serem idols. Nesse momento a gente já sabia que o Stellar seria para sempre um NUGU – grupo desconhecido – revolucionário, mas esquecemos de avisar a gravadora que ainda tinha esperanças de um hit. A vaquinha conseguiu arrecadar mais do que aquela lá que era pra comprar um MacBook, foram 35 mil dólares que elas devem ter usado para comprar uma roupinha diferente pro comeback. O conceito seria “diferente” de “Vibrato”, elas queriam se parecer como “namoradas” e não como as originárias fodonas e bucetudas da outra música, os teasers pareciam fotos do grupo AKB48, sexuais mas nem tanto, só para dar uma provocada no público masculino. “Sting” é uma de suas melhores, se fosse lançado pelo EXID ou MAMAMOO sem dúvidas seria o hit do ano, mas elas nunca tiveram o alcance que o Stellar tem, e isso são apenas fatos. Felizmente o álbum de Stellar, de mesmo nome, alcançou a posição 13 dos charts de álbum, vendendo 4 mil cópias, conta até 4 mil pra vocês verem se não é muito. 

Ainda naquele ano, o flop de “Sting” rendeu ao grupo seu primeiro show na Coreia do Sul, um show solo, que pode ser pouco mas é uma marca de que você tem demanda no K-pop. O show teve até troca de roupas então vocês não podem chamar de flop mores. O show foi produzido pela Yes24 que é uma lojinha de K-pop, e a localização foi basicamente o maior cabaré da cidade de Seoul. As meninas cantaram seus incontáveis hits e ainda foram streamadas em sites como  Allreh TV, Allreh TV mobile e Goliveconcert.com. O show ainda está disponível no youtube neste link aqui.

Clipe da música “Crying” com muita imagem de verão etc

Depois de gastarem fortunas no show, a TEP ficou provavelmente falida e abriu mais uma vaquinha online, dessa vez arrecadaram 53 mil dólares, o que basicamente provou que a TEP só estava fazendo isso para ver se elas tinham uma demanda mínima ao menos internacional. Você doou na vaquinha? Então por favor fique de fora de falar mal delas. Mas a verdade é que 53 mil dólares não devia pagar nem um dos sets de filmagem do programa do Rodrigo Xuxa. Bom, o comeback de fato aconteceu, dessa vez o Stellar foi ajudado pelo BraveBrothers que deu alguma rejected do After School ou do Brave Girls. “Crying” é um pop dance típico do verão sul-coreano, com notas de piano ao fundo de uma barulheira synth, o que me faz pensar que a música seria 100% melhor como uma baladinha mela cueca. O clipe mostra as meninas abandonando totalmente a imagem de bucetudas da indústria, para algo mais “clean” e “jovial”. O clipe também é cheio de referências ao filme “Spring Breakers”, e eu nem preciso falar que flopou horrores né. Provando que a Coreia do Sul é hipócrita e só queria mesmo xingar as meninas. Elas ainda tiveram um segundo show solo, chamado “2nd Story”, e levaram o show até Tóquio, no Japão.

Para mais um comeback, o que teríamos? Isso mesmo, mais uma vaquinha (nesse ponto já estávamos chocados que não tinham dado disband). A TEP tinha arranjado uma maneira mais fácil de arrancar dinheiro de nós fãs do Stellar e sempre fazia uma chantagem emocional pra conseguir uns trocados, todo comeback seria “o último do STELLAR”, e pela situação precária do grupo óbvio que nós acreditávamos. A vaquinha cresceu 1,124% do seu objetivo original, fazendo com que essa se tornasse a vaquinha que mais ultrapassou seu objetivo, e ainda dizem que o Stellar não tem recordes. Além disso, elas também foram o único grupo de k-pop a terem três vaquinhas oficiais no MAKESTAR, um outro recorde na bagagem das meninas. No ano de 2017, as meninas embarcam em uma aventura por São Paulo, trazendo seu show solo e se tornando a primeira girlband de k-pop a fazer isso, OUTRO recorde. Foram três apenas em 2017, girlgroup de sucesso. 

O nível do cgi nesse clipe é uma coisa tão estranha….

Já voltando pro meio do ano, o Stellar marcou seu comeback com o tema Anjos vs Bruxas. Basicamente as duas personalidades de Andressa Urach tomando personificação nesse comeback. Nesse comeback – e último – as meninas tiveram outra irmã estrelar dentro da line up, a Soyoung que não deu nem tempo das pessoas conhecerem ela. “Angels Of Sephiroth” é uma música completamente diferente de todo o catálogo do grupo, pop dance com influências orientais, e batidas étnicas, é tudo que o g-idle gostaria de ser hoje em dia, uma música étnica. O conceito envolvia as meninas dançando descalças no palco, e nem isso conseguiu o viral. A música nem chegou a debutar nos charts, ou foi tão vergonhoso que a fanbase guardou em segredo, porque literalmente não tem informações sobre. Tudo aqui foi completamente bagunçado e eu não sei como alguém aprovou o clipe péssimo, a era foi triste e infelizmente a última, antes fosse “Sting” que fecharia com chave de ouro. 

TBT pra quando elas eram boca de confusão.

Depois disso foi o puro titanic, cada uma das integrantes foi saindo num famoso jogo de “resta um”, até a coitada novata que tinha acabado de entrar ficar sozinha ao lado de uma nova integrante que eu não vou nem citar pois é irrelevante. Essas duas até tentaram entrar no “Mix Nine”, mas não conseguiram sair da primeira fase. As meninas não renovaram os seus contratos com a TEP, porém continuam sendo amigas próximas, e até fazem reuniões ocasionalmente.

O Stellar foi um dos grupos que mais causava alvoroço na internet, entre nichos específicos de fãs de k-pop, entre os admiradores de girlgroups, por toda a sua contribuição com músicas boas e clipes completamente babadeiros, ele vai ser pra sempre amado por todos nós. Infelizmente,a integrante Gayoung, que hoje em dia é dona de um Café em Seoul, deu entrevista recentemente esclarecendo que elas foram obrigadas sim pela gravadora a fazerem tudo que estavam fazendo, o que deixa toda a fantasia de sermos grandes gostosas através das músicas do Stellar completamente inviável. De qualquer jeito, esse grupo será pra sempre lembrado por todos os seus grandes recordes como por exemplo, ser o primeiro grupo chamado Stellar a vencer a enquete do Baú da Kahi.

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