JESUS RANKEIA: Os últimos de SEVENTEEN, Stray Kids, NATURE e Weki Meki

Nos últimos dias, nós acabamos percebendo que o fluxo de lançamentos coreanos continua gigante, como sempre, e às vezes não conseguimos contemplar tudo o que tá saindo, nem mesmo os que gostamos, em posts gigantescos e detalhados. Por isso, decidimos trazer mais uma edição do Jesus Rankeia para reviews pockets de 4 lançamentos que nós achamos que se destacaram em pelo menos alguma coisa nessa última semana, seja esse um destaque positivo ou negativo. Os escolhidos da semana são SEVENTEEN, a boyband de uma das empresas mais porcas da Coreia do Sul (Pledis); Stray Kids, uma boyband de fundo de quintal de uma das empresas mais famosas (JYP); NATURE, uma girlband prima de tantas outras com sua personalidade flutuante e lançamentos que dão um giro de 180º sempre; e Weki Meki, também conhecido como o lugar onde Doyeon e Yoojung do I.O.I foram parar depois do disband. Então vamos?

NATURE – Girls

Desde quando debutaram, lá em 2018, o grupo nunca teve um comeback com a mesma line-up em todas as suas 5 title tracks /o/ Claro que as coisas aqui não iam ser diferentes e dessa vez NATURE traz a sua menor (e melhor) line-up até o momento (6 quengas de 9 no grupo, já que uma quebrou a perna, outra entrou de hiatus e a outra está presa na China) e um conceito que elas mesmo definiram como pure sexy nas entrevistas de showcase por aí. O melhor de tudo é que “Girls” acaba funcionando muito bem se pensar por esses parâmetros, especialmente porque a faixa parece reminiscente de algo que o 9MUSES lançaria, com um twist tropical, já que é verão (duh!) e esse trend parece que não vai morrer nunca na Coreia do Sul. Claro que não estou citando o 9M à toa aqui, pois respeito as lendas mais do que tudo, e a comparação feita é somente pelo fato das meninas do NATURE, que debutaram virginais com Allegro Cantabile, estarem extremamente confortáveis num conceito mais maduro, especialmente Saebom, a prima mais nova de Kyungri, que tem uma das maiores servidas do ano com o seu solo se esfregando no chão de camisolinha branca. É uma música extremamente funcional e continua a saga de mudança de personalidade feita em Oopsie (My Bad) com sagacidade.

Nota: 4 de 5


Weki Meki – OOPSY

Vindas de um single que é um tanto… exótico, o Weki Meki resolveu voltar um pouco tempo depois com “OOPSY” e seu terceiro mini álbum depois de um tempinho. A música é agradável e animada, tem versos legais, raps legais e tudo mas é extremamente… auto-kpop? Parece que a música foi gerada por um computador de tão lifeless que ela soa, por mais legal que ela possa parecer ser. Isso sem contar que a linearidade dela acaba fazendo que o refrão nem tenha destaque no meio de tudo isso. Mas a maior decepção aqui está na escolha de colocar uma espingarda de PVC nos teasers para provar que o Weki Meki não estava de brincadeira. É claro que isso era só mais uma enganação cotidiana da Coreia do Sul, já que o MV de “OOPSY“, que deve ter menos orçamento que o último do DIA, não trouxe nada de arma e todos os meus sonhos de uma nova Hit U foram por água abaixo. No mais, é uma música simpática, sem tanto destaque, como o grupo em si mesmo.

Nota: 3 de 5


SEVENTEEN – MY MY

My My” é um pre-single do SEVENTEEN do primeiro álbum que eles irão lançar pós Pledis ter sido comprada pela Big Hit. E a música é tão bland e boring que não dá nem vontade de comentar sobre ela? Sério mesmo, que coisa mais insossa é essa aqui? Os meninos do SEVENTEEN debutaram com a promessa de que eram idols compositores, produtores e criativos e isso era visto no que eles lançaram no início da carreira mas foi se perdendo ao longo do tempo já que o dever de hitar era muito maior que qualquer outra coisa. Um tempo atrás eu diria que a gente descobre que é verão na Coreia quando começa a aparecer um número muito grande e fora do normal de músicas de tropical house sendo lançadas, mas com a normalização desse gênero como a maior tendência dos últimos anos por lá nem dá mais pra saber de nada. O veredicto? Nada de novo pra se ver aqui. Nem mesmo a simpatia dos meninos é o suficiente para carregar uma música tão qualquer coisa e que poderia ter sido facilmente lançada por qualquer outro grupo. Nós do JU²C nem sabemos se queremos conferir o single principal depois dessa aqui.

Nota: 2 de 5


STRAY KIDS – God’s Menu

Peço perdão a todas as fãs disso aqui mas não dá. Essa comida veio estragada. Não desce nem com água. O nível de barulheira nesse negócio cheio de swag é tão infernal que faz com que músicas como a do IZ*ONE pareçam doces baladas da IU. Esse grupo já teve vários singles de escolhas incrivelmente questionáveis e eu sempre me choco em como o que tá ruim pode piorar e muito. E não dá pra comentar sobre essa música sem falar dessa letra. É a mais pura obscenidade, especialmente quando esses 8 ninfetos se referem a si mesmos como pratos a la carte de um menu de um restaurante. Estão se oferecendo como comida para as fangirls e isso é prostituição. Como que alguém olhou essa letra e pensou: nossa, é isso que meu grupo precisa lançar??? É triste saber que o dinheiro sofrido e conquistado pelo TWICE (que também andou lançando uma soft bomba por aí) é gasto em porcarias como essas. Horrível e eu não comeria nessa espelunca nunca mais em minha vida.

Nota: 1 de 5 por pena

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