BAÚ DA KAHI #3: Dal Shabet fazendo Dr. Kim de refém no porão da Happy Face Ent.

O ano é 2011, a vida sem covid-19 ou outros vírus mais infecciosos como uma certa boyband segue normalmente, principalmente quando tivemos o debut do girlgroup formado por seis meninas sul-coreanas, o DalestrelaShabet. Sim, você leu certo, a vida seguiu normalmente para todas já que o grupo não fez muito sucesso nem no seu debut, muito menos ao longo dos anos, mas para nós do núcleo Jesus Usava Chanel nascia o que a gente gostaria de chamar de um dos melhores atos do k-pop. Elas entregaram boas canções, boas coreografias e polêmicas que nenhum grupo da terceira geração poderia entregar. Mas aqui nesse texto quero que prestem atenção em uma coisa: o nariz da integrante Serri

Mas vamos começar do começo. Em 2010 começaram a surgir rumores de que E-Tribe, produtores de hits como “Gee” do Girl’s Generation e “U-Go-Girl” da Lee Hyori, investiria os royalties dos dois smashes em uma girlband e sua própria agência. No meio de 2010, os produtores sul-coreanos negaram esses rumores, mas não demorou muito para descobrirmos que esses eram verdadeiros. Já em 29 de Dezembro, daquele mesmo ano, a Happy Face Ent., agência fundada pelos produtores, estava animada de anunciar a line-up da sua primeira girlband oficial, DAL SHABET, que contava com: Serri, Vikki, Soobin, Ah Young, Jiyul e Kaeun. As gatinhas fariam seu debut dia 3 de Janeiro de 2011, com o single “Supa Dupa Diva” e um EP de mesmo nome. Naquela época, eles já estavam chamando o Dal Shabet de “segundo girls’ generation”, e não melhorava com o fato de Serri ser um dos 10 clones da Jessica Jung na indústria.

Da direita para esquerda: Soobin, AhYoung, JiYoul, KaEun, Serri e Viki.

As supa dupa divas do k-pop provaram em seu rookie year que dá sim para ser um grupo bem sucedido que acabou de debutar. Óbvio que nem sempre você vai conseguir smash hits (Como o Miss A conseguiu naquela mesma época), mas você ainda vai conseguir atenção do público. “Supa Dupa Diva”, um daqueles bubblegum pops que dá gosto de ouvir, foi nomeada como a segunda coreografia mais viciante para se replicar, o que prova por a+b que o Dal Shabet hitaria muito mais se debutassem em uma época que o tik tok existisse. Mas o seu mini-album, mesmo que o single tivesse conseguido números decentes entrando no top 5-real time de várias plataformas da Coreia, amargou no top 20, vendendo apenas 2 mil cópias… (Conta até 2 mil pra ver se é pouco)

Clipe de “Pink Rocket”, vamos de views?

Mesmo assim, a empresa ficou feliz com o desempenho do debut e a recepção geral do público. Então Serri, obviamente, teve um agendamento no porão do Dr. Kim para conseguir debutar uma nova face que fugisse da ideia de ser um clone de Jessica. Dessa vez, o grupo de seis meninas voltava com Pink Rocket, e o descaso com esse bubblegum pop delicioso foi tanto que a música original, que tem quase 4 minutos, tinha stages que pareciam aqueles comerciais do Spotify que passam muito rápido – juro por deus -, e até hoje o clipe de Pink Rocket não chegou nem a marca de um milhão de views (talvez pelo fato da Happy Face ser uma merda e lançar o clipe depois da música ter sido lançada já). Um tumblr de fãs do Dal Shabet traçou que não teve UM stage com a música completa. Uma grande pena, pois a Serri inventou a rinoplastia e o cabelo rosa choque, uma trend que foi seguida por anos. O desempenho do single não foi dos melhore, amargando um #17, maior que o peak do debut single, mas com vendas pela metade, pois nunca nem chegaram a um milhão de downloads… Parece que a Coreia realmente não queria pegar o foguete rosa. Mas não fiquem tristonhas supa dupa divas, aquele ano do debut ainda reservava surpresas….

A performance da música ‘Pink Rocket’ cortada pela metade….it’s a serve.

Já para além da metade do ano, o grupo resolveu fazer seu primeiro #funky comeback – como a própria gravadora descreveu. A música “Bling Bling” me dá pesadelos até hoje, é uma sonoridade disco-retro-pop que me arrepia os cabelos e por vezes eu tenho medo de abrir a porta da geladeira a noite e ela gritar “biring biring biring disco”. Entretanto, todavia, porém, na primeira leva de fotos teasers, os tablóides já estavam em todos os lugares falando como aquilo era “muito sexual” para a tv (kkkkk). “Bling Bling” foi a primeira música do Dal Shabet a adentrar o top 10 da Gaon – se você tá no #3 do Baú da Kahi você já sabe que chart é esse -, e isso é basicamente uma das maiores aprovações que você pode ter enquanto rookie. É uma das músicas mais bem sucedidas da carreira do Dal Shabet e o momento que todas achávamos – independentemente da qualidade duvidosa – que o grupo IA.

Fotos promocionais de “Bling Bling”….sexy demais para os netizens?

Que Audácia é essa…? Vai começar a #rixa

Ainda nesse ano, com a terceira rinoplastia da Serri, tivemos um infeliz acontecimento: a performance em conjunto do Dal Shabet com o B1A4. No final de cada ano, as fodonas emissoras da Coreia do Sul fazem cada uma seu festival de música a la show da virada. Naquele ano, os rookies fortes foram convidados, e entre essa C-List de celebridades estava o B1A4 e o Dal Shabet. Tudo começou quando eles tiveram essa performance conjunta:

O problema? Eles estavam se “tocando” demais. Mais especificamente: elas estavam tocando demais nos oppas favoritos de fangirls chatas – um grupo horroroso e cheio de fraudes que era. O fandom BANA (do B1A4) reagiu à performance com a racionalidade que você esperaria de um fandom de kpop. Começaram a espalhar mentiras de que um fã do Dal Shabet agrediu uma delas na plateia, e outra pessoa ainda acusou a Serri, nossa cliente fiel do Dr Kim, de ter recusado a dar a mão para um dos membros irrelevantes desse boygroup fundo de quintal. Mas perai…PERAI, leva realmente 0 neurônios para atacar girlgroups porque eles tocaram na sua boyband preferida, prova disso é que além desse fato, também foram atrás do Dal Shabet por NÃO APERTAR A MÃO de um dos meninos….huh. E isso é só o começo.

Passou um tempinho e então chegou a época do ISAC. Para quem não sabe o que é isso, todo ano uma das emissoras sul-coreanas faz um tipo de Olímpiadas all-stars com os idols de kpop, que é o lugar onde os idols interagem, brincam e se conhecem (e fumam muito malboro red no backstage). No ano de 2012, as Banas começaram a espalhar rumores de que os fãs do Dal Shabet, os Darling, estavam as [TW] estuprando, agredindo e ameaçando de morte, chegando até a acionar a polícia para esse caso, sem contar com as constantes vaias que as meninas sofriam naquele momento, o que fez a Happy Face Ent. implorar para que essas mini-terroristas parassem de agir como se algum dia elas fossem sequer beijar um desses idols fumantes e alcoolatras.

Mas é claro que estamos falando de grupo de fãs de k-pop, e racionalmente elas reagiram de certa maneira: hackearam o site do Dal Shabet e não deixavam ninguém entrar nele, colocando um milhão de pop-ups. Ah mas tia Kahi como você sabe disso? Bom tirando o timing né…elas não foram exatamente sutis sobre isso. Os pop-ups que surgiam ali, tinham uma simples mensagem: “por quê vocês estão se metendo com as psicopatas do fandom?” (Ok não foi exatamente assim, mas o tom era esse mesmo). Além disso, colocaram várias informações do outro grupo no site do DalSha, impedindo os fãs de acompanhar a agenda. Mesmo assim, a empresa do B1A4 não deu a mínima, e os inúteis incompetentes do grupo não falaram um “ai” sobre nada. As ameaças de morte começaram, direcionadas para a Serri, que recebeu ainda uma petição pedindo para que ela se matasse – recém operada prestes a debutar um novo nariz. Ela teve que ir no twitter pedir para PARAREM de fazer aquele tipo de coisa. E o pior nem foi isso: a Serri ainda foi obrigada a escrever uma carta de desculpa. Mais ou menos assim: “sinto muito que vocês estejam me ameaçando de morte, me desculpem por ser ameaçada”…..DOENTE. Essas meninas sofreram mais que jesus, isso tudo depois de terem fechado um ano vencendo prêmios de popularidade e conseguindo chegar no top 5. Anos depois (em 2019), a pivot de toda a confusão na cabeça das doentes Banas, a lendária nariz-de-plástico Serri gravou um vídeo no seu canal do youtube falando sobre o acontecimento.

Clipe de “Hit U” onde o Dal Shabet começa seu relacionamento com armas de fogo.

Mas o ano não estava totalmente perdido, o grupo tinha conseguido um contrato para serem as novas roda-bolsinhas da marca SONOVI, tópico “lady luck”. E já no início tiveram sua era “rePUTAtion” antes da taylor swift sonhar em fazer algo assim com o EP “Hit U”. O EP atingiu o #1 da Gaon, e foi o primeiro a vender mais de 10 mil cópias, conta até 10 mil pra ver se é pouco. O pop-rock knock-off de “Goodbye Baby” do Miss A é uma versão ainda melhor da música, com um rap gostosíssimo da Vikki e um clipe onde Jiyul mata pessoas, e sangue rosa claro sai delas, gostaram do conceito? “Hit U” foi o release mais bem sucedido do Dal Shabet até hoje, chegando em quase 2 milhões de downloads – uma marca muito bem sucedida na Coreia do Sul. Nessa época ainda tentaram forçar um solo da Vikki no mini-álbum com a faixa “Fire it Up” – o primeiro caso de ghostsingers do grupo -, mas infelizmente nem isso foi suficiente para segurar a gostosona dentro do grupo. Vikki queria se dedicar a carreira de atriz….e se tornou uma atriz de soft porn, a nossa Emmanuele, dando luz aos dizeres: cantora, rapper, ex-vj, atriz pornô e etc….Brincadeiras a parte, Vikki relatou recentemente que seu sonho de ser uma atriz foi por água abaixo quando sua agência a enganou, e ela não sabia que estava prestes a filmar um filme erótico do canal da Band, mas que no final ela entendeu sua personagem, mas que não queria fazer de novo. Logo, ela acabou por abandonar isso e resolveu virar uma garota do tempo ❤

Da esquerda para a direita: WooHee, AhYoung, Serri, JiYoul, KaEun, Soobin

O Dal Shabet seguia como um grupo de 5 cantoras maduras, mas a Happy Face já anunciava que uma nova integrante seria adicionada. No teaser, dançando “Freakum Dress” da Beyoncé, WooHee era finalmente anunciada como a sexta e mais nova gostosona a entrar no grupo. Enquanto isso no porão do Dr. Kim, as meninas já faziam seu retoque, e a Serri adquiria um novo nariz. Aproveitando o buzz de “Hit U”, elas voltariam com seu primeiro full-album, o que é mais um desses pontos que te validam enquanto ARTISTA na Coreia do Sul. “Mr BangBang” é uma dessas recusadas da discografia da Katy Perry que acabam sendo melhores do que as faixas da tracklist, um sonzinho gostoso que nós amamos, foi literalmente o que as crianças estão chamando de CULTURAL RESET – hoje em dia no kpop não existe mais isso. As gatinhas fetichizaram a profissão ladras de banco, fizeram vários figurantes de refém e ainda dançaram no meio de um assalto. Ah, vale lembrar que com esse clipe elas basicamente se tornaram As 300 de Brasília, e a Serri é basicamente a Sara Winter mais talentosa. A line-up agora era: Serri, Soobin, JiYul, Kaeun, Ah Young e WooHee. Infelizmente o full-album vendeu menos que 10 mil cópias, mas conseguiu um top 10 na Gaon. Além disso, o grupo também foi escolhido para ser modelo de uma marca chinesa de smartphones. XIAOMI nunca sonharia com isso.

Elas também decidiram que iam sim ser um grande hit viral como o T-ara foi. Juntou essas coisas em um mix e surgiu com o single “Have, Don’t Have”, a música que tinha tudo para ser um viral, inclusive dois clipes diferentes prontinhos para as mais engraçadas piadas daqueles sul-coreanos sem um pingo de bom gosto – inclusive um deles literalmente no CEASA. Mas infelizmente mal conseguiram chegar no top 20 de singles digitais. Mesmo assim o EP pegou um top 5 gostoso na Gaon, que garantiria o próximo comeback. O Dal Shabet já tinha a sua fanbase semi consolidada, e basicamente estaria eternizado como um grupo de nichos, mas vamos ver se foi assim mesmo né, vai que….

No ano seguinte, no porão do Dr. Kim, Serri estava pronta para debutar um novo nariz, um novo queixo e novos eyelids, mas ele já não tinha o que raspar dali. Seja lá quais foram os “shenenigans” feitos pelo doutor, o Dal Shabet já anunciava seu comeback e a grande questão em 2013 era se elas seguiriam a rota soft-porn melodrama que os grupos estavam seguindo. E elas fizeram um ótimo trabalho em incorporar isso à estética campy-bubblegum do grupo. “Be Ambitious” é uma dessas faixas sobre empoderamento feminino dentro de um relacionamento que subverte o papel masculino de ser “safadinho”, elas literalmente ficam repetindo seja ambicioso, pegue na minha PERNA.

O empoderamento do Dal Shabet literalmente deixou a Associação de Cornos Sul-Coreanos (MEN OF KOREA), muito chateado pois a letra, segundo eles, depreciava “homens e mulheres” sendo muito danoso à juventude kkkk’ por deus velhotes, a música só falava sobre homens lerdos e mulheres com NECESSIDADE, ainda tiveram a audácia de falar que depreciava homens do exército, os bolsominions nasceram disso aí. As acusações foram dropadas no dia que eles foram ao juíz ao lado da Happy Face. “Be Ambitious” as colocou de volta no top 15 e ainda trouxe uma ótima performance delas servindo Dançarinas do Faustão realness ao fazerem ela toda com o disco físico nas mãos, amo? 

O close pra câmera com o album delas, tudooooooooooooooooaaan

No final de 2013, a Happy Face mandou avisarem que as putinhas aborteiras (nos olhos da Men of Korea) passariam por uma mudança completamente radical. E em Janeiro de 2014 já mostraram para nós que eles estavam falando sério. O Dal Shabet voltou com sua melhor faixa invocando as melhores referências dos anos 80, fazendo tudo da forma mais chique, inclusive com a coreografia perfeita, com o nariz da Serri on point, “B.B.B.” era lançada. O Dal Shabet de fato nunca esteve tão maduro quanto daquele jeito, com uma letra que parecia mais uma grande resposta à associação de bolsominions da Coreia do Sul. Os synths perfeitos dessa música, retirados provavelmente de uma produção do Eurythmics, renderam ao grupo outro top 15 e vendas ainda melhores do que a do seu lançamento passado, e (spoiler!) a posição #27 de melhores músicas da década (vem aí) do seu site favorito. Tudo?

tudooooooooooooooooooooo

Infelizmente no final das atividades promocionais, durante o ano de 2014, o Dal Shabet não fez nenhum outro comeback, mas Subin se envolveu em um acidente de carro, enquanto ia filmar sua aparição em um programa da MBC. Felizmente ficou tudo bem com a lenda, porém….Meses depois, WooHee foi hospitalizada com um de seus pulmões colapsados, mas felizmente sua cirurgia foi um sucesso…seu grupo morreu.

Dal Shabet tinha acabado de começar as gravações pro seu próximo álbum que foi adiado pro início de 2015, então já estávamos em uma situação de ter que avisar ao público que eram aquelas meninas da polêmica com os bolsominions, da polêmica com o fandom psicopata do B1A4, lembram delas? E o que seria melhor para fazer o público se lembrar do que outra polêmica?

As gatinhas assumindo que eram sim as 300 e adoravam um coringão.

Joker is Alive”, o OITAVO EP do Dal Shabet, foi lançado em Abril com a title-track “Joker”, um swing-dance-jazz chocando Lady Gaga. A música é um desses bops maravilhosos, e o grupo simplesmente assumiu a personalidade Arlequinas do Coringão, foram all-out com essa polêmica. A emissora baniu o vídeo, por achar ele sexual demais, enquanto CENSUROU o refrão da música onde elas repetem “Joker” e a pronúncia simplesmente parece “pauzão” em sul-coreano, também pode ser ouvido como “Choke her”, o que deixou vários k-netizens nervosos. Basicamente essa foi a era “don’t want a short-dick man” do Dal Shabet com uma pitada de arlequinas. Notem que elas não romantizaram o relacionamento fictício lá da DC Comics, então escute essa bop perfeita para se sentir uma grande gostosa. A música rendeu padrão Dal Shabet de sucesso, um top 20 e 5 mil cópias do EP, conta até cinco mil e depois você volta pra falar alguma coisa. Nesse mesmo ano, do nada, elas lançaram seu debut japones (?????????) com a música “Hard 2 Love”, e um álbum chamado (pasmem) “The Greatest Hits”, os maiores hits top 15 do Dal Shabet compilados em apenas um CD, gostaram? O single pegou #36 no japão, rendendo um Japan Golden Disc Award de “Best New Asian Act” e esse é o rolê mais aleatório a acontecer, porque a carreira japonesa delas começa e acaba aqui (a menos que você conte o showcase em um fundo de quintal delas como algo decente).

Nossa tá intimista né..

O Dal Shabet até que segurou bem essa line-up, foram anos com as 6 arlequinas do coringa colocando a Coreia do Sul na palma da mão com todas essas controvérsias, mas como nem tudo são flores, Jiyul e Kaeun anunciaram sua saída do grupo em 2015, deixando nossas Andressas Uraches sul-coreanas completamente desoladas. Mas a Happy Face mandou avisar que o grupo continuaria como 4, e um ep chamado “Naturalness” seria lançado em janeiro de 2016. Nesse ponto o Dr. Kim já queria pregar uma peça na Serri e começou a emular o desempenho de vendas físicas delas no nariz da lenda, que ficou quase sem narinas no comeback de “Someone Like U”.

Dance practice de “Someone Like U” onde elas estão tentando emular o sucesso das tik-tokers mãe-filha Kerollyn Gonçalves e Nancy Cunha com esses lookinhos

Falando nela, o Dal Shabet veio com fogo nos olhos para um smash hit, a música é uma delícia, uma das melhores da carreira do grupo, e foi engraçado como a formação – mesmo desfalcada – ficou perfeita, as quatro (Serri, Soobin, WooHee e AhYoung) carregavam o grupo perfeitamente. Uma pena que como sempre a Coreia do Sul não soube apreciar muito bem essa obra de arte, a música chegou no top 100 suando muito, não estavam mais com vontade de dar streams para o Dal Shabet, e os downloads não chegaram nem a 50 mil, estava claro que aquela festa tinha virado um enterro, mas as vendas físicas ao menos não foram de todo ruim, conta até 4 mil pra ver se é pouco né. O mais triste é que depois dessa obra de arte, lançaram uma bomba nucelar na Coreia do Sul que fez o país ficar até mais tranquilo caso a Coreia do Norte quisesse atacar. “FRI. SAT. SUN.” amargou no top 200 e declarou o fim do grupo, mas ta tudo dentro do conceito de “finais de semana”, perceberam? (A Serri serviu horrores nesse clipe, ela estava perfeita). Ok, pra ser justa a música não é tão ruim assim, é uma faixa dançante bem gostosinha de se ouvir, ainda mais com os traps, mas esse ser o último single do Dal Shabet deixa um gostinho amargo na boca.

Performance perfeita de “FRI. SAT. SUN.”

O grupo teve seu disband oficial em Dezembro de 2017, enquanto WooHee e Serri estavam batalhando por mais uma chance de serem subcelebridades no reality show survival The Unit, basicamente uma versão tiazona gostosas do pd101, dando novas chances para idols que já tinham feito “sucesso” na indústria. Curiosamente, Serri ficou em #23, sendo eliminada do grupo, e nossa gatinha WooHee conseguiu debutar no grupo, participando de três singles do “Unit” – inclusive escutem “No More” pois é perfeita. É uma pena, pois a fanbase estava achando que o The Unit ia alavancar a carreira do Dal Shabet e acabaram recebendo o disband de brinde.

As meninas ainda mantém boas relações, se seguem nas redes sociais e andaram prometendo uma reunion no ano passado. Tiveram até mesmo um showcase especial de aniversário num salão de festas com cadeirinha de plástico onde elas dublaram todas as suas músicas mais famosas e todas as 6 compareceram, além de presenças VIP como Yebin do DIA e Yoonjo ex- Hello Venus – que é outro clone da Jessica Jung. Até que uma reunion se concretize de verdade, vamos torcer para que o Dr. Kim não tire completamente o nariz da nossa lenda Serri, e que ela consiga respirar mesmo que usando máscara para se prevenir do covid-19. Inclusive, essa é outra edição do Baú da Kahi onde um grupo é assombrado pelo encosto “Girls’ generation”, o que será que vem na próxima edição?

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